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Explicitus est Liber. Auto-representações marginais da contemporaneidade

Quinta-feira, 09 de Junho de 2016 18 horas Auditório do Museu Colecção Berardo

Conferencista: Lorena Amorós

Título Explicitus est liber. Autorrepresentaciones marginales de la contemporaneidad.

Bio

Lorena Amorós Blasco (Alicante, 1974) é Doutora em Belas Artes pela Universidade Politécnica de Valência (2004). Foi galardoada com o I prémio de Tese Doutoral pelo Instituto de Cultura Juan Gil-Albert de Alicante.

Actualmente, é professora e investigadora na Universidade de Murcia onde, desde 2005, leciona nos cursos de licenciatura e no mestrado de “Producción y Gestión Artística”.

Coordenou vários seminários, nomeadamente: “Ceci est mon corps…Ceci est monlogiciel: Orlan y la experiencia de la carne”, no centro de Documentação de Estudos Avançados de Arte Contemporânea CENDEAC, (Murcia, 2006); “La experiencia de la representación: Concepto poliédrico de la identidad en la práctica artística contemporánea”, na UPV de Valencia (2009). Tem integrado vários projetos de investigação, nomeadamente: “Políticas de Identidad en el imaginario artístico contemporáneo”, Fundação Séneca (2009).

O seu trabalho, ligado à prática artística e à teoria estética centrou-se em mostrar outras vias de reflexão em torno do vínculo existente entre auto-representação e auto-destruição, partindo de uma visão multidisciplinar e contemporânea.

É autora do livro “Abismos de la mirada. La experiencia límite en el autorretrato último” (Cendeac, Murcia, 2005) e de diversos artigos científicos, onde se destaca: “Ante la bofetada de lo real” (Occidente, 2006). O seu trabalho como artista marcou presença em várias exposições, nomeadamente: “Reliquias des-entrañables”, MUBAM, 2010; “Mi familia es un tesoro, Fundación José García Jiménez”, Murcia, 2010; “Cartografías de la creatividad”, España; República Dominicana y Cuba, 2010-2011.

Resumo da Conferência
Explicitus est Liber. Auto-representações marginais da contemporaneidade

Na actualidade produziu-se uma ampliação do campo visual, muito para lá da apoteose barroca do olhar que prognosticou Walter Benjamin, ou do triunfo do simulacro que defendem pensadores como Jean Baudrillard.

A difusão dos mass-media propiciou uma rejeição dos lugares fechados de pensamento e proporcionou, no seu lugar, o surgimento de um conhecimento que começa a difundir-se fora dos canais especializados da arte.

Consciente desta cena contemporânea, na minha intervenção deter-me-ei na imagem auto-referencial vinculada com a vontade de autodestruição a partir de diferentes perspectivas artísticas.

O desenvolvimento desta perspectiva sobre a identidade está orientado para a defesa da minha hipótese de partida: atestar como a experiência limite pode ser um dispositivo activo e gerador de conhecimento, vinculado à procura de identidade e da auto-reafirmação do sujeito.

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